O FIM DO PENSAMENTO

Sabe quando lemos um artigo intitulado “O fim do pensamento”? Pois ele está se tornando verdadeiro. Ou eu deveria dizer que a “sociedade do conhecimento” transformou o conhecimento crítico em capital?

De tudo, o que mais me impressiona é a colonização total e irreversível da nossa capacidade de imaginação. “Servidão maquínica” (cf. Félix Guattari) é isso aí. O uso do conhecimento para manter a megamáquina funcionando da forma mais eficiente para seus próprios fins. Éramos ferramentas de apertar, como mostrou Chaplin, hoje somos diagramas, ou equações, do software que funciona sozinho.

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