O POETA AFIRMA NÃO SENTIR SAUDADES DE CERTA ÉPOCA

Cansado de céu, ponho-me

de frente para o sol,

de costas para o sul,

na linha transversal

que corta o chão em dois.

Meus passos pelas ruas

da cidade em que nasci

não param nas esquinas

de esquemas modernistas.

Desmemórias que eu amo

em sabê-las perdidas,

mortas como as histórias

de saudade despidas.

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2 comentários em “O POETA AFIRMA NÃO SENTIR SAUDADES DE CERTA ÉPOCA”

  1. Oi, Sandro, passando para conhecer o novo sítio. João Filho me disse de seu texto sobre Ticket e fui lá no antigo ler. Belo poema. Estarei sempre por aqui. Beijão

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