ESQUENTOU OU: A BAHIA CONTINUA A BAHIA

Chegou à minha, e a inúmeras outras, caixa de mensagens um email-depoimento-canto de guerra do poeta Geraldo Maia descrevendo um vergonhoso clima de guerra existente nos bastidores da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT). O “depoimento” (como se intitula) afirma haver uma briga entre o Secretário Marcio Meirelles e a Diretora Geral da Fundação Cultural do Estado, Gisele Nussbaumer, contra a Fundação Pedro Calmon, dirigida por Ubiratan Castro. Dentre muitas coisas, o poeta se diz envolvido pelo fato de ter sido o indicado pelo Professor Ubiratan para a Coordenação do Livro, Leitura e Literatura, que era ambicionado pela Fundação Cultural; afirma que o Conselho de Cultura foi tomado por acadêmicos e que os reais representantes da população não estão verdadeiramente presentes; e afirma que teve seu projeto para um festival de poesia “inviabilizado” pela Secretaria. Enfim, um barraco digno da política e da literatura baiana de estirpe amadiana… ops, digo, carlista. Hay que leer, escribir y perder la ternura totalmente.
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